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Palmeiras rebaixado para a Segunda Divisão!!


Agora é oficial. Depois de um longo período de sofrimento e cansaço após a frequente ameaça, foi confirmado. O Palmeiras jogará a segunda divisão em 2013. Curiosamente, o golpe de misericordia coube a um velho conhecido da torcida alviverde, que aliás deixou o clube pela porta dos fundos, escurraçado e agredido fisicamente por supostos torcedores. Vágner Love fez o gol que tirou a vitória do Verdão neste domingo e acabou com qualquer esperança palestrina de permanecer na elite do futebol nacional.

Como até aconteceu nas últimas rodadas, diante dos fortes adversários Botafogo e Fluminense, o Palmeiras começou bem o jogo frente ao Flamengo, partindo para cima e não deixando os rivais respirarem, mesmo atuando em Volta Redonda. Arriscando principalmente em finalizações de longa distância, o torcedor paulista sofreu alguns sustos em contra-ataques flamenguistas, sobretudo pela lado direito de ataque, onde o lateral Juninho, visivelmente nervoso, não dava conta dos avanços de Wellington Silva e Ibson. Mesmo assim, nenhuma chance de demasiado perigo chegava na meta de Bruno.

Se Juninho era o mais nervoso, Barcos era, apenas para variar, o que mais buscava o jogo. Até por estar isolado na frente, o camisa 9 voltava até atrás do meio campo para buscar a bola. Pela pontas, Maikon Leite e Mazinho tentavam a velocidade para superar os marcadores, mas nem sempre com muita efetividade. Preocupado com possíveis espaços, Gilson Kleina segurou Artur, que praticamente não apoio o ataque. Curiosamente, foi justamente por ali que apareceu a melkhor chance do Fla no primeiro tempo. Hernane encontrou brechas por aquele setor, fez boa jogada e serviu Vágner Love, livre dentro da grande área. Dessa vez, o centroavante não justificou o faro de gol e mandou muito por cima.

Na volta para o segundo tempo, o Flamengo fez valer o mando de campo e se impôs, aumentando o grau de desespero aos já aflitos palmeirenses. À medida que os minutos iam passando o nervosismo alviverde ia aumentando e os rubro-negros tentavam se aproveitar desta situação, ficando cada vez mais tempo no campo de ataque. A coisa parecia piorar ainda mais quando o meia Tiago Real caiu de mau jeito e deslocou o ombro, tendo de ser substituído pelo atacante Vinícius, de apenas 19 anos.

E não é que foi justamente o garoto que mudou o panorama do jogo?! Vinícius, que até aqui havia tido pouquíssimas chances no Verdão, valorizou um pouco mais a posse e manteve a bola no setor de ataque. E na primeira tentativa mais efetiva do camisa 45, ele dominou a bola pelo lado esquerdo, partiu para cima da marcação, cortou para o meio e bateu forte com o pé direito. Contando com grande colaboração do goleiro Paulo Vitor, que espalmou a bola para dentro, o Palmeiras abria o placar e renovava a esperança do torcedor.

Nada mais justo. A comemoração foi sofrida, emocionante, com todo direito. Era o que o Palmeiras precisava. Por falar em o que o Palmeiras precisava, a essa altura o Bahia empatava com a Ponte Preta, o que mantinha as chances palmeirenses. Dorival Júnior tentou motivar o Flamengo, sacando os inoperantes Ibson e Hernane, e mandando a campo os jovens Paulo Sérgio e Mattheus. O Mengão foi mais pra cima e acabou ficando mais vulnerável a contra-ataques. Em um deles, Artur fez lançamento longo e encontrou um solitário Maikon Leite, sem marcação. O camisa 7 avançou pra fazer o gol da vitória. Mas ele não saiu. Maikon Leite, de frente para Paulo Vitor, chutou para fora e perdeu chance que não poderia perder.

O primeiro sinal de que as coisas boas não iriam durar muito tempo foi o gol do Bahia, no estádio de Pituaçu. E como nada que está ruim não possa piorar, aos 43 minutos da etapa final, contra-ataque rápido, Wellington Bruno acionou Vágner Love que disparou em direção ao gol de Bruno. O palmeirense Román correu atrás do camisa 99, que invadiu a área e bateu de pé esquerdo, a bola iria fora, ou no máximo iria parar nos braços do goleiro palmeirense. Entretanto, Román tentou salvar e deu um carrinho. A bola bateu na perna do defensor e encobriu um Bruno caído no gramado e lamentando mais um infeliz lance de azar. Flamengo 1 x 1 Palmeiras. O empate levou o Palmeiras aos 34 pontos, seis atrás da Portuguesa, primeira equipe fora da zona de rebaixamento, já que o Bahia venceu mesmo a Ponte Preta e pulou para os 43. Mas ainda restava um fio de esperança. O jogo da Lusa seria mais tarde, contra o Grêmio, no Canindé. E os rubro-verdes não poderiam pontuar.

Mas pontuaram. Depois de abrir 2 a 0, a Lusa ainda viu os gaúchos empatarem em 2 a 2, mas um ponto foi somado, o que fez com que a Portuguesa chegasse aos 41, sete a frente do Palmeiras. Com dois jogos por jogar ainda no Brasileirão, o Palmeiras retorna à Segunda Divisão após nove anos. Já a Portuguesa tem boas chances de se juntar aos palmeirenses na Série B. Com 41 pontos, a Lusa está apenas um ponto a frente do Sport, primeiro dentro da zona de degola. O Bahia, com 43, precisa de mais uma vitória para se livrar totalmente de qualquer ameaça.

Já os campeões brasileiros do Fluminense, tiveram a faixa carimbada pelo Cruzeiro, que venceu por 2 a 0, em pleno Engenhão, mas não atrapalhou muito a festa dos campeões, que receberam a taça e comemoraram bastante. Outro que fez festa foi o São Paulo. Além da estreia de Paulo Henrique Ganso, que entrou no segundo tempo e jogou cerca de 30 minutos, o Tricolor contou, mais uma vez, com excelentes atuações de Luis Fabiano e Rogério Ceni, autores dos gols da vitória de 2 a 1 sobre o Náutico, e garantiu a vaga na Libertadores, mesmo ainda brigando pelo título da Copa Sulamericana.

*Rodada 36*
Sábado – 17/11/2012
Coritiba 1 x 2 Vasco – Couto Pereira/Curitiba(PR)
Santos 2 x 0 Figueirense – Vila Belmiro/Santos(SP)

Domingo – 18/11/2012
São Paulo 2 x 1 Náutico – Morumbi/São Paulo(SP)
Sport 2 x 0 Botafogo – Ilha do Retiro/Recife(PE)
Fluminense 0 x 2 Cruzeiro – Engenhão/Rio de Janeiro(RJ)
Atlético/MG 2 x 2 Atlético/GO – Independência/Belo Horizonte(MG)
Figueirense 1 x 1 Sport – Pituaçu/Salvador(BA)
Flamengo 1 x 1 Palmeiras – Raulino de Oliveira/Volta Redonda(RJ)
Portuguesa 2 x 2 Grêmio – Canindé/São Paulo(SP)
Inter 0 x 2 Corinthians – Beira-Rio/Porto Alegre(RS)

CLASSIFICAÇÃO P
1 Fluminense 76
2 Grêmio 67
3 Atlético/MG 66
4 São Paulo 62
5 Corinthians 56
6 Botafogo 54
Vasco 54
8 Inter 51
9 Cruzeiro 49
Santos 49
11 Flamengo 48
12 Ponte Preta 46
13 Naútico 45
Coritiba 45
15 Bahia 43
16 Portuguesa 41
17 Sport 40
18 Palmeiras 34
19 Figueirense 30
20 Atlético/GO 27

(Fotos: Mauro Pimentel-Terra/ Léo Pinheiro-Terra/ Marcelo Pereira-Terra)

Fluminense Campeão Brasileiro 2012!!!

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Melhor ataque. Melhor defesa. Maior número de vitórias. Goleador do campeonato. E campeão. A contagem regressiva do Fluminense terminou neste domingo, em Presidente Prudente. Se Fred tiver uma chance, até pode acontecer de perder. Se tiver uma segunda, vá lá, existe a chance de a bola não entrar. Mas uma terceira há de ser fatal. O primeiro tempo em Presidente Prudente parecia avisar que chegaria o momento em que o centroavante desequilibraria a balança da partida, bastante parelha. Pois chegou.

O camisa 9, tão decisivo ao longo de todo o campeonato, alcançou todas as variantes em sua luta pelo gol. Na primeira chance, viu Bruno espalmar; na segunda, observou a bola bater na trave; na terceira, finalmente celebrou. Porque o natural seria que o passe matemático de Rafael Sobis, aos 45 minutos, já rendesse gol na conclusão de Wellington Nem. Mas não. Bruno espalmou. E Fred estava lá, munido desse ímã que parece ter nas chuteiras – sempre hipnotizando a bola na sua direção. 1 a 0 Flu.

O gol foi precedido por forte equilíbrio das duas equipes – os mandantes perderam Henrique, que levou uma pancada de Bruno nas costelas. Se o Fluminense tinha Fred à espreita, o Palmeiras contava com Barcos sempre disposto a incomodar. De costas, acossado por Gum, ele conseguiu girar, mas concluiu para fora aos 18 minutos. Pouco depois, teve uma chance rara. Na pequena área, mal marcado, subiu livre. E cabeceou para fora. A afobação palmeirense foi visível. No início do jogo, até conseguiu controlar o jogo, deixar a bola sob seu domínio – mas sempre acelerando as jogadas mais do que a partida pedia. No desespero, exagerou em jogadas aéreas. Tentou otimizar seus ataques, buscou atalhos, correu contra o relógio.

Mal começava o segundo tempo em Presidente Prudente, e o Vasco alcançava o gol de empate com o Atlético-MG em São Januário. A combinação de resultados dava o título ao Fluminense. Não precisava de mais nada. Era só esperar o tempo passar, manter tudo como estava. Mas os tricolores queriam mais. E tiveram mais – para o bem e para o mal. Fred foi novamente decisivo – involuntariamente, mas foi. Aos oito minutos, ele se deslocou para a ponta direita e decidiu cruzar para a área, onde estava Sóbis. No meio do caminho, a bola desviou em Maurício Ramos e encobriu Bruno. Era o segundo gol. Era a mão na taça, o prenúncio do título.

Só que faltava combinar com o Palmeiras. Por maior que fosse o desespero alviverde, ainda havia vida no adversário. E havia Barcos. Após cobrança de escanteio, a bola ficou viva na área e rumou na direção do Pirata. Ele não perdoou. Renascia a esperança. Eram 15 minutos. Quatro depois, o empate. Novo cruzamento da direita, novo cabeceio, desta vez de Patrick Vieira. E novo gol! Incrível: o 2 a 2 mudava tudo, tirava o título antecipado do Fluminense, renascia o Atlético-MG em São Januário, dava alento ao Palmeiras.

O gol revolucionou a partida. Com ele, o Alviverde resolveu se jogar de vez para o ataque. Passou a agredir o Fluminense, que ganhava espaço para o contra-ataque – em um deles, Maurício Ramos, após novo rebote de escanteio, aos 30 minutos, só não virou a partida porque Diego Cavalieri fez defesa assombrosa. Mas o Fluminense seguia ameaçando. E Fred, sempre ele, fez. Eram 43 minutos do segundo tempo. Jean, novamente gigantesco, cruzou da direita, e o centroavante fez. Gol do Fluminense, gol do título, gol do campeão, do tetracampeão, do clube tantas vezes campeão. Gol da equipe que mais fez gols e que menos tomou. Gol da equipe de Diego Cavalieri, de Jean, de Gum, de Thiago Neves, de Abel Braga. E de Fred… Palmeiras 2 x 3 Fluminense.

A supremacia foi tão grande, a campanha foi tão superior, que os tricolores se permitem o luxo de transformar em festa as três rodadas finais do Brasileirão. Com o resultado, o time do multicampeão Abel Braga foi a impressionantes 76 pontos. Tem dez a mais do que o Grêmio, que assumiu a vice-liderança. O Palmeiras, com 33, vive o inferno. É o 18º, sete abaixo do Bahia, o primeiro fora da linha da queda – e que joga neste domingo. No próximo domingo,o Fluminense recebe o Cruzeiro, no Engenhão e o Palmeiras visita o Flamengo em Volta Redonda.

O Grêmio assumiu a segunda posição por dois fatores. Em uma grande virada contra um grande rival, o Grêmio venceu o São Paulo por 2 a 1, no estádio Olímpico, em Porto Alegre, assumiu a vice-liderança do Brasileirão e confirmou a vaga matemática na Libertadores 2013. Rogério Ceni abriu o placar, de pênalti, cometido por Saimon depois de uma falha gritante. No segundo tempo, André Lima saiu do banco e empatou o jogo. E aos 39, Marcelo Moreno, em uma linda cabeçada, garantiu a vitória aos donos da casa.

Já o Atlético/MG, que até ontem brigava pelo título nacional, caiu para terceiro. Em São Januário, igualdade entre Vasco e Galo: 1 a 1. Os vascaínos, que chegaram a 51 pontos, dependem de um milagre para conquistar uma vaga no G-4, já que somam oito pontos a menos do que o São Paulo, atual quarto colocado, com nove pontos ainda a serem disputados. Outro que sonha com uma remota possibilidade de vaga entre os quatro melhores é o Botafogo, que venceu facilmente a Portuguesa por 3 a 0 no Rio. A Lusa segue bastante ameaçada pelo rebaixamento. Somente se preparando para o Mundial de Clubes, o Corinthians, em ritmo de treino, goleou o Coritiba no Pacaembu. Cruzeiro e Flamengo venceram Bahia e Náutico, respectivamente, e afastaram definitivamente qualquer risco de disputarem a Série B no ano que vem.

*Rodada 35*
Sábado – 10/11/2012
Botafogo 3 x 0 Portuguesa – Engenhão/Rio de Janeiro(RJ)
Corinthians 5 x 1 Coritiba – Pacaembu/São Paulo(SP)
Atlético/GO 2 x 1 Santos – Bezerrão/Taguatinga(DF)

Domingo – 11/11/2012
Vasco 1 x 1 Atlético/MG – São Januário/Rio de Janeiro(RJ)
Palmeiras 2 x 3 Fluminense – Eduardo José Farah/Presidente Prudente(SP)
Cruzeiro 3 x 1 Bahia – Independência/Belo Horizonte(MG)
Figueirense 1 x 1 Sport – Orlando Scarpelli/Florianópolis(SC)
Náutico 0 x 1 Flamengo – Aflitos/Recife(PE)
Grêmio 2 x 1 São Paulo – Olímpico/Porto Alegre(RS)
Ponte Preta 1 x 0 Inter – Moisés Lucarelli/Campinas(SP)

CLASSIFICAÇÃO P
1 Fluminense 76
2 Grêmio 66
3 Atlético/MG 65
4 São Paulo 59
5 Botafogo 54
6 Corinthians 53
7 Vasco 51
Inter 51
9 Flamengo 47
10 Cruzeiro 46
Ponte Preta 46
Santos 46
13 Naútico 45
Coritiba 45
15 Portuguesa 40
Bahia 40
17 Sport 37
18 Palmeiras 33
19 Figueirense 30
20 Atlético/GO 26

(Fotos: Lucas Uebel-Grêmio FBPA-Divulgação / Bruno de Lima-Lancepress! / Fernando Borges-Terra)

Atlético 1 x 1 ‘FLAFLU’

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Em uma partida marcada pela tensão do início ao fim, com uma série de lances polêmicos e três expulsões (duas delas fora das quatro linhas), Atlético-MG e Flamengo empataram, nesta quarta-feira, no Independência. Atlético/MG 1 X 1 Flamengo. O resultado que beneficiou o Fluminense, líder do Campeonato Brasileiro, com oito pontos de vantagem sobre o time mineiro (72 a 64). Para a equipe rubro-negra, que jogou com um a menos desde os 42 minutos do primeiro tempo, quando Wellington Silva foi expulso, o resultado foi muito bom, pois a distanciou mais da zona de rebaixamento. Em 14º lugar, o Fla tem agora 41 pontos, oito a mais que o Sport, time mais bem colocado no Z-4.

O técnico Dorival Júnior, do time carioca, e Carlos Cesar, que estava no banco da equipe mineira, também foram expulsos pelo confuso árbitro Sandro Meira Ricci. Renato Abreu marcou para o Fla, e Leonardo igualou o marcador para o Galo. Na próxima rodada, o Atlético-MG enfrentará o Coritiba, no Couto Pereira, neste domingo, às 19h30m (de Brasília). O Flamengo pega o Figueirense no dia anterior, às 21h, em Volta Redonda (RJ).

O Japão é logo ali…

Carlos Augusto Ferrari
GLOBOESPORTE.COM


O Corinthians deu neste domingo mais um passo no Campeonato Brasileiro para poder pensar só no Mundial de Clubes. Mas não foi fácil como o placar pode sugerir. Com uma atuação discreta no primeiro tempo, o Timão despertou apenas na etapa final. Pensando no torneio internacional, marcado para dezembro, no Japão, o Corinthians teve neste domingo a ajuda do presente e do futuro da equipe. Presente nos pés de Paulinho, fundamental ao abrir caminho para o triunfo aparecendo como um atacante na área. Futuro com Romarinho, cada vez mais adaptado ao esquema tático.

Com a tradicional marcação no campo de ataque, o Timão assustou o adversário nos primeiros minutos, controlou a partida sem grandes problemas, mas não conseguiu ficar em vantagem no placar. O passar do tempo permitiu que o Leão se ajustasse e segurasse a igualdade com uma estratégia claramente defensiva. A blitz feita pelos corintianos nos momentos iniciais rendeu também as melhores oportunidades de um primeiro tempo de baixo nível técnico. Já o Sport usou a experiência de veteranos como Cicinho e Hugo, para segurar o ímpeto alvinegro. Mais do que satisfeito com um empate diante do campeão da Libertadores, no Pacaembu, o Leão esfriou a partida e quase não deu trabalho a Cássio.

Na etapa final, o Timão voltou tentando colocar mais velocidade na partida. Tite deu liberdade total a Paulinho para se aproximar do setor ofensivo e tentar embaralhar a forte marcação rival. A alteração tática funcionou antes mesmo dos dez minutos. Em rápida jogada pela direita, o volante recebeu de Alessandro na área e tocou rasteiro, no canto direito do goleiro pernambucano. Belo gol do Timão, que se tornou soberano em campo depois disso.

Os visitantes ainda tentaram reagir ao abandonarem a retranca, mas teve problemas ofensivos para assustar. Mas o desespero em tentar avançar de qualquer jeito acabou prejudicando os visitantes. Os paulistas ganharam espaço para atacar e ainda contaram com os vacilos do adversário. Aos 25, Ralf roubou a bola no meio de campo e lançou Romarinho na esquerda. Com a defesa pernambucana aberta, o atacante avançou em velocidade e chutou rasteiro, dobrando a vantagem.

Com a partida praticamente decidida, o Corinthians teve tempo para aumentar. Alessandro cruzou da direita, Guerrero chutou forte, mas parou no goleiro Magrão. No rebote, Romarinho ganhou da zaga na pequena área e tocou para a rede. Ainda houve tempo para Guerrero fazer um belo gol, anulado corretamente pela arbitragem – o peruano estava impedido quando recebeu de Romarinho na área. Corinthians 3 x 0 Sport. O resultado deixa o Timão em oitavo, apenas seis pontos atrás da meta estipulada pela comissão técnica para iniciar o planejamento para o Mundial. O Alvinegro soma agora 39 pontos, seis abaixo dos 45 que a comissão técnica deseja para dar descanso aos titulares. Os corintianos, aliás, ajudaram o arquirrival Palmeiras na luta contra o rebaixamento. O Sport permanece com 27 pontos, somente um acima do Verdão.

Por falar no alviverde, o Palmeiras continua sua luta, renovando as esperanças de se livrar do rebaixamento no Campeonato Brasileiro. Nem o frio e muito menos a situação delicada impediram a torcida de lotar o Pacaembu, na noite deste sábado. No reencontro do “inimigo íntimo” Gilson Kleina com a Macaca, quem decidiu foi o Pirata do Verdão, marcando dois gols na vitória por 3 a 0 – Assunção fez o terceiro. A Ponte, que estreou o técnico Guto Ferreira, perdeu invencibilidade de oito jogos – foi a primeira derrota no returno – e se mantém na zona intermediária da tabela.

Mas quem merece maior destaque na rodada 26 é o líder Fluminense. Isso porque o Tricolor abriu seis pontos de vantagem para o segundo colocado, e ainda fez isso vencendo o clássico diante do maior rival. O golaço de Fred no primeiro tempo, de voleio, rendeu ao Flu o 1 a 0 sobre o Flamengo, também graças a Diego Cavalieri, que defendeu um pênalti cobrado por Botinelli. O time de Abel Braga agora tem 59 pontos, seis a mais que o Atlético/MG, que ficou para trás, muito também pelo empate em 1 a 1 com a Portuguesa, no Canindé.

(Fotos: Fernando Borges-Terra/ Tom Dib-Agência Lance/ Dhavid Normando-Photocamera-Divulgação)

Desespero…


Na rodada de número 23, a goleada sofrida diante do Bahia em pleno estádio de São Januário fez com que o técnico do Vasco, Cristóvão Borges pedisse demissão do cargo de comandante vascaíno. Três dias depois, no mesmo local, o consagrado treinador Luiz Felipe Scolari pode ter feito sua última partida à frente do Palmeiras. Na zona de rebaixamento, o Verdão é o time que mais perdeu no Campeonato Brasileiro e acumulou a décima quarta derrota, caindo ainda mais, agora para a penúltima posição na tabela.

Sob os olhares já do novo treinador, Marcelo Oliveira, ex-Coritiba, o Vasco encontrou um Palmeiras bem postado no início do jogo. Marcação adiantada e pouco espaço para os anfitriões trabalharem a bola. Porém, aos poucos, a preocupação devido à necessidade da vitória, também para os cariocas, foi pesando mais para os visitantes e os comandados do interino Gaúcho começaram a se soltar dentro de campo e explorar os flancos, principalmente com o equatoriano Tenório. Com isso, os paulistas passaram a se defender mais e tentar alguma coisa apenas no contra-ataque.

Mais uma vez, o que destoava para um bom futebol era a quantidade de passes errados das duas equipes. Tanto que faltava acertar o toque final para chegar próximo aos gols. Sendo assim, o gol que inaugurou o marcador no Rio de Janeiro saiu de uma falha da defesa. E foi a vascaína. Aos 23, a torcida palmeirense se encheu de esperança após sobre de cobrança de escanteio, a bola sobrou para Tiago Real fazer novo cruzamento da direita, Dedé e cia. ficaram apenas observando o zagueiro Wellington tocar de cabeça. Fernando Prass ainda conseguiu salvar no primeiro lance, mas na sobra Luan aproveitou nova falha de Dedé e empurrou para a rede. 1 a 0 Palestra.

Mas, para desespero da torcida verde, e para amenizar a revolta da pequena torcida vascaína presente em São Januário, o time da casa conseguiu empatar rapidamente. Aos 29 minutos, Wendel fez cruzamento da intermediária, Alecsandro cabeceou livre para o meio, e, mais livre ainda, Tenorio apareceu na pequena área para apenas empurrar para dentro, deixanto tudo igual. Mesmo abalando os visitantes, o gol de empate fez com que o jogo ficasse mais aberto, com os dois times buscando mais o campo de ataque.

Na volta para a etapa final, a bronca de Felipão deve ter surtido efeito. Ao sair para o intervalo, ele reclamou das poucas oportunidades de ataque criadas pelo alviverde. E seus comandados voltaram dispostos a mudar essa situação. Luan chegou ao menos duas vezes com perigo e Fernando Prass tranquilizou a casa. Por outro lado, os anfitriões, que quase nem chegavam ao ataque, aproveitaram a primeira grande oportunidade que tiveram. Seis minutos. Juninho levantou em bola parada, Nilton avançou completamente só e cabeceou de nuca para trás e venceu um caído goleiro Bruno.

A vantagem no placar acalmou o Vasco e o time conseguiu se postar ainda melhor em campo, enquanto o adversário passou a se lançar ao ataque, completamente desesperado e desorganizado. Gaúcho ainda mandou a campo Felipe, para segurar mais a bola. Do outro lado, Felipão sacou Tiago Real e mandou mais um atacante, Vinícius. Pouco tempo depois, trocou o inoperante Barcos por Obina. Nada deu certo. Pelo contrário. Aos 40 minutos, contra-ataque rápido e Tenório arrancou do meio campo, se livrou de alguns marcadores e serviu Juninho Pernambucano que, em velocidade, invadiu a área e só teve o trabalho de escolher o canto e deslocar Bruno, sacramentando o placar final. Vasco 3 x 1 Palmeiras.

O Palmeiras despencou ainda mais e o segundo pior time do torneio, apenas a frente do Atlético/GO. Luiz Felipe Scolari se reúne nesta quinta-feira com a diretoria do Verdão e deve encerrar a segunda passagem no comando da equipe. Para piorar, o próximo adversário palmeirense é o arquirival Corinthians. Já o Vasco parece estar se recuperando da fase difícil e Marcelo Oliveira chegará a uma equipe embalada pela boa vitória diante dos paulistas. O time da colina se mantém no G4, com 42 pontos.

Nos outros jogos da rodada 24, o Fluminense sofreu, foi dominado pela Portuguesa no Canindé, mas conseguiu fazer dois gols e bater a Lusa, fora de casa, seguino na ponta da tabela. Quem segue na cola do Flu é o Atlético/MG. O Galo recebeu e superou o São Paulo no estádio Independência. Dois pontos separam o Tricolor e os atleticanos.

O Corinthians voltou a não jogar bem e suou para alcançar o empate diante da Ponte Preta, no Pacaembu. Já o Santos voltou a se encontrar com a vitória. Contando com a volta de Neymar, o Peixe fez um jogo truncado diante do Flamengo, que também atravessa fase difícil, mas marcou com o camisa 11 e com Victor Andrade, para fazer dois a zero e mandar para longe a ameaça de aproximação da zona de degola.

(Fotos: Mauro Pimentel-Terra/ Léo Pinheiro-Terra/ Ramon Bitencourt-Agência Lance/ Guilherme Dionizio-Gazeta Press)

Obrigado, mais uma vez, Miltãããooo…

Marcelo Prado
GLOBOESPORTE.COM


Na partida que marcou as despedidas do interino Milton Cruz, já que Ney Franco se apresentará nesta segunda-feira, e Lucas, que vai defender o Brasil nas Olimpíadas de Londres, o time aproveitou-se de um Coritiba reserva e venceu por 3 a 1. Na base da velocidade, dominou a maior parte do duelo e agradou o seu novo técnico, que assistiu ao jogo em um camarote do Morumbi. Sem o suspenso Luis Fabiano, Milton Cruz – que fazia sua segunda e última partida como interino – apostou na velocidade e deu uma chance ao baixinho Osvaldo. Rodrigo Caio, outra novidade na equipe, tinha liberdade para flutuar entre o meio-campo e a defesa, para fazer o zagueiro da sobra. No Coritiba, como já era esperado, Marcelo Oliveira mandou a campo um time com apenas um titular, poupando os principais jogadores para o duelo decisivo de quarta-feira. E Emerson só entrou em campo porque está suspenso do duelo do meio de semana.

Osvaldo, no primeiro ataque, só não marcou porque foi desarmado por Luccas Claro na hora do chute. Logo depois, Bruno Fuso fez bela defesa em cabeçada de Edson Silva. O Tricolor pressionava a saída de bola paranaense e, em uma roubada de bola, abriu o marcador. Aos 14 minutos, Douglas tomou a bola de Chico e tocou para Jadson, que, de pé direito, acertou o ângulo de Bruno Fuso: 1 a 0 no marcador.

A partir dos 20, a partida mudou de figura. Em vantagem, o São Paulo diminuiu seu ritmo para tentar encaixar um contra-ataque, enquanto o Coritiba foi obrigado a sair para o jogo. Aos 23, Anderson Aquino, após passe de Tcheco, só não empatou porque Denis fez grande defesa. A partir do momento em que o time paranaense forçou o ritmo, a marcação tricolor começou a dar vacilos. Rodrigo Caio foi definitivamente colocado como volante. No momento em que o Coritiba já tinha mais posse de bola, o São Paulo marcou o segundo gol. Osvaldo recebeu de Maicon pela esquerda, foi ao fundo e cruzou para Maicon, que bateu de pé esquerdo, rasteiro, sem chance para Bruno Fuso.

Os dois times voltaram sem alterações para o segundo tempo. A etapa complementar recomeçou com o São Paulo tendo o controle total da partida. Com Tcheco e Lincoln bem vigiados, ficava difícil para o Coritiba levar perigo ao gol defendido por Denis. No ataque, os donos da casa chegavam fácil, mas pecavam nas finalizações de fora da área. Marcelo Oliveira tentou dar novo gás ao time com a entrada de Thiago Primão na vaga de Lincoln. Depois, Alex Santos entrou no lugar de Tcheco. Aos 18, Osvaldo, após passe açucarado de Lucas, acertou a trave direita de Bruno Fuso em chute de pé esquerdo. O jogo parecia estar controlado. Até que, aos 26, Cortez recuou a bola para Edson Silva, que, ao tentar chutá-la para longe, não percebeu a antecipação de Alex Santos e derrubou o adversário. Pênalti que Robinho bateu no canto direito de Denis para fazer 2 a 1.

Percebendo o crescimento do adversário, que se animou com o gol, Milton Cruz mexeu na equipe, colocando Casemiro e Cícero nas vagas de Rodrigo Caio e Maicon. O Coxa fez sua terceira mudança, com Rafael Silva no lugar de Anderson Aquino. Como na etapa inicial, no momento em que o Coritiba era melhor, o São Paulo fez o terceiro gol e matou a partida: Lucas deu nova assistência para Osvaldo, que avançou e tocou no canto direito de Bruno Fuso. São Paulo 3 x 1 Coritiba. Foi a segunda vitória consecutiva do Tricolor, que agora soma 15 pontos, quatro a menos do que o líder Atlético-MG, e chegou ao quarto lugar. O Coritiba, voltado para a decisão da Copa do Brasil, sofreu sua quinta derrota em oito partidas e caiu para o 16º lugar.

Nos outros jogos da rodada, o sábado foi de festa para os alvinegros. O Engenhão foi palco da apresentação de Seedorf e de uma boa atuação do Botafogo, que bateu o Bahia por 3 a 0. O destaque foi Cidinho, que fez sua primeira partida como titular neste Campeonato Brasileiro e marcou duas vezes. Também no sábado, a torcida colorada também fez muita festa. Depois de recepcionar o reforço Diego Forlán com a pompa e a festa mais do que merecidas, a torcida – e o próprio uruguaio, num dos camarotes do estádio – viu o Inter bater o Cruzeiro por 2 a 1.

Além deles, o clássico Fla-Flu que marcava os 100 anos do confronto, também chamou atenção. Assim como no jogo de cem anos atrás, foram os tricolores que comemoraram. Em tarde de festa – e chuva – Fred desencantou em seu sexto clássico contra os rubro-negros e marcou o único gol da partida, logo aos dez minutos. Na Vila Belmiro, o Santos desencantou. Sem ganhar desde o fim de maio e devendo boas atuações à torcida, o Peixe conquistou a primeira vitória no Campeonato Brasileiro ao bater o Grêmio por 4 a 2. Em Recife, aos 44 minutos do segundo tempo, os reservas do Corinthians deixaram escapar a segunda vitória consecutiva. Vacilo no fim que permitiu ao Sport chegar ao empate por 1 a 1.

Já o Palmeiras, queria adiar a partida contra a Ponte Preta, mas não conseguiu. Já era certo que a cabeça estaria longe dali, na quarta-feira, final da Copa do Brasil, contra o Coritiba. A Macaca, que nada tinha a ver com a história, fez seu papel em casa, contou com falha de Deola e conseguiu a sua segunda vitória no Brasileirão: 1 a 0, no Majestoso, em Campinas. Mas o líder contou com a ajuda de dois goleiros: Dida e Victor. Os gols de Marcos Rocha e Leonardo Silva contaram com falhas do experiente goleiro da Lusa, que até então não havia sido vazado na competição e a defesa alvinegra emplacou o quinto jogo sem ser vazada, graças principalmente às intervenções do recém-contratado e estreante Victor.

(Fotos: Fernando Borges-Terra/ Daniel Ramalho-Terra/ Wesley Santos-Futura Press/ Aldo Carneiro-AL-Divulgação/ Paulo Fonseca-Futura Press)

Ajuda e atrapalha…

Marcelo Hazan
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No dia em que homenageou os ídolos da conquista da Taça Libertadores da América de 1992, há exatos 20 anos, o São Paulo contou com um Luis “Palhinha” Fabiano endiabrado. Para o bem e para o mal. Em campo, o Tricolor atuou com os nomes dos símbolos da conquista nas camisas dos atletas: Denis (Zetti); Douglas (Cafu), Paulo Miranda (Ronaldão), Rhodolfo (Antônio Carlos) e Cortez (Ivan); Fabricio (Suélio), Casemiro (Pintado), Cícero (Elivélton) e Jadson (Raí); Lucas (Muller) e Luis Fabiano (Palhinha). Provavelmente inspirado pelos ídolos, o Tricolor começou melhor. Do outro lado, o Atlético-MG do badalado Ronaldinho Gaúcho apostava no craque, um dos destaques do Galo diante do Palmeiras na última rodada, para seguir a boa fase no Brasileirão.

Bernard, mais perigoso do Galo, protagonizava as melhores investidas do time mineiro. Aberto pelas pontas e com velocidade, o meia apostava nos dribles para superar a defesa rival. Em um deles, o jogador passou pelo volante Fabrício que, sozinho, desabou no gramado. O atleta foi substituído chorando, com uma torção no joelho esquerdo. Em seis meses de São Paulo, o camisa 8 ainda não conseguiu atuar por um jogo completo, nem dois jogos seguidos pelo clube. Do outro lado, Ronaldinho Gaúcho se destacou mais pelos erros nas cobranças de falta do que pela produção com a bola rolando na etapa inicial.

Quando a etapa inicial já chegava perto do fim, Jadson “Raí” apareceu. No lance anterior, o meia já havia obrigado Giovanni a fazer boa defesa, evitando o primeiro gol. Mas, na sequência, aos 41 minutos, não teve jeito. Ele enfiou bom passe pela direita para Luis Fabiano, que girou de primeira e abriu o placar no Morumbi. Segundo gol do camisa nove em quatro jogos no Brasileirão.

Insatisfeito com o desempenho do time, Cuca trocou Pierre por Leandro Donizete no intervalo. Apesar de improdutiva taticamente, a substituição surtiu efeito na mudança de atitude na equipe, nitidamente melhor no segundo tempo. O Galo deixou a postura pacífica de lado para tomar as rédeas do jogo. Trocando de papéis com o Galo, o Tricolor passou a explorar os contra-ataques. Querendo ao menos o empate, Cuca novamente mudou: Juninho entrou no lugar de Danilinho, passando o time para o esquema 4-4-2. O sistema foi modificado, mas o melhor do Atlético seguia o mesmo: Bernard.

No desespero, o treinador do Galo fez a última substituição: tirou o lateral-direito Carlos César para a entrada do atacante André. Mas não deu certo. O São Paulo ainda perdeu boa oportunidade com Lucas, ovacionado pela torcida ao ser substituído por Osvaldo. Já no fim da partida, aos 40 minutos do segundo tempo, Luis Fabiano fez falta dura em Leandro Donizete e levou amarelo. Logo em seguida, reclamou, e muito, com o árbitro Elmo Alves Resende Cunha e tomou o vermelho, com direito a ofensas e xingamentos após a expulsão. Em cinco rodadas do Brasileirão, LF9 levou três amarelos nos três primeiros jogos, ficou de fora, suspenso no quarto e no quinto levou dois amarelos e o vermelho. São Paulo 1 x 0 Atlético/MG.

Com o resultado, o Tricolor soma nove pontos e chega à sexta colocação na classificação. O Galo, com um ponto a mais, é o terceiro na tabela. Na próxima quarta, na capital do Paraná, o Tricolor enfrentará o Coritiba – às 21h50m – na tentativa de confirmar o resultado do primeiro jogo (1 a 0) para carimbar sua ida para a grande decisão da Copa do Brasil, contra Palmeiras ou Grêmio. Já o Atlético ganha uma semana de descanso e só tem jogo marcado para às 21h de sábado, quando receberá o Náutico no estádio Independência, em Belo Horizonte.

Tirando o Tricolor, os outros paulistas continuam mal das pernas no Campeonato Brasileiro. No sábado, a Portuguesa levou um chacoalhão no Rio de Janeiro e foi goleada por 4 a 1 pelo Fluminense. No domingo, o Santos entrou com o timwe totalmente reserva contra o Flamengo, também em território carioca. Com penalti sofrido pelo ex-santista Ibson, e convertido por Botinelli, o Rubro-Negro venceu por 1 a 0.

O Palmeiras jogou em casa, em Barueri, diante do líder Vasco e quase conseguiu os três pontos. Com gol do já talismã Mazinho, o Palmeiras vencia até os 37 minutos do segundo tempo, quando Juninho Pernambucano bateu falta com maestria e igualou tudo: 1 a 1. Pior que o Palmeiras está o Corinthians no Brasileirão. A um passo da inédita final de Libertadores, o Timão foi com o time reserva para Campinas, contando apenas com Willian, que será titular contra o Santos na vaga do expulso Émerson, e saiu derrotado do confronto diante da Ponte Preta. Gol de André Luís. Resultado: Corinthians ainda último colocado com apenas um ponto conquistado em cinco jogos.

(Fotos: Léo Pinheiro-Terra/ Daniel Ramalho-Terra/ Alê Cabral-Agência Lance/ Célio Messias-Gazeta Press)