Archive for the ‘ Copa do Mundo ’ Category

Tarefa cumprida, sem brilho, mas cumprida…

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A Seleção Brasileira estreou como se esperava na Copa do Mundo Feminina de Futebol: com vitória. Não foi um espetáculo, nem teve grande atuação de Marta, é verdade, mas a equipe jogou para o gasto e bateu a Austrália, por 1 a 0, em Mönchengladbach, nesta quarta-feira. O gol foi marcado por Rosana, no início do segundo tempo, e garantiu ao time canarinho a liderança do Grupo D, ao lado da Noruega, que bateu Guiné Equatorial no primeiro jogo do dia.

(Foto:Reuters)


A equipe do técnico Kleiton Lima não começou bem a partida. Mesmo experiente em Mundiais em com retrospecto amplamente favorável contra a Austrália, o time sentiu o nervosismo da estreia e não se encontrou nos 45 minutos iniciais. No entanto, cresceu na segunda etapa, abriu o placar rápido e assegurou os três pontos e manteve os 100% de aproveitamento em estreias na competição, mesmo voltando a errar muito e a sofrer pressão no fim do jogo. Agora, com a sensação de dever cumprido na primeira partida, a equipe volta as atenções para a partida do próximo domingo, justamente contra a Noruega, às 13h15, em duelo que vai valer a liderança da chave. Uma vitória pode garantir a Seleção Brasileira na próxima fase da competição.

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Copa de 2018 na Rússia; 2022 no Catar!!!

(Foto: Editoria de arte - Globoesporte.com)

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A Fifa anunciou nesta quinta-feira, em Zurique, na Suíça, os vencedores da corrida para receber as Copas de 2018 e 2022. A candidatura da Rússia vai ser sede do Mundial daqui a oito anos. Os russos bateram Inglaterra e as candidaturas conjuntas de Espanha/Portugal e Holanda/Bélgica. Pela primeira vez, o país vai ser sede de uma Copa do Mundo. Na comitiva dos vencedores, a atleta de salto com vara, Yelena Isinbayeva, e o atacante Andreyi Arshavin, capitão da seleção, acompanharam a escolha.

16 estádios que receberão as partidas da Copa do Mundo de 2018

Já o Catar ganhou o direito da organizar a competição seguinte, a primeira no Oriente Médio. A candidatura do Qatar, que nunca disputou a fase final de uma Copa, bateu Austrália, que também concorria pela primeira vez, Estados Unidos, Japão e Coréia do Sul. Os três últimos países já haviam recebido o Mundial anteriormente. Os árabes utilizaram como embaixadores os ex-jogadores Zinedine Zidane, Ronald de Boer, Pep Guardiola e Roger Milla.

Porto do Catar. Oriente Médio recebendo a Copa do Mundo pela primeira vez em 2022

O presidente da Fifa, Joseph Blatter, parebenizou todas as candidaturas e afirmou que das nove campanhas apenas duas poderiam ser escolhidas para receber as próximas Copas.

Morre Paul, o polvo da Copa!!!

O futebol mundial está de luto. E não é pela perda de algum ídolo jogador, ou ex-jogador que fez gols e mais gols pelos campos ao redor do planeta. Na noite dessa segunda-feira, morreu o polvo Paul. Famoso por acertar os vencedores nos confrontos da Copa do Mundo na África do Sul em 2010, o molusco sofreu morte natural e será cremado.

O polvo Paul vivia no oceanário Sea Life, em Oberhausen, na Alemanha, que virou atração turística da pequena cidade alemã, principalmente depois da Copa, e cujo diretor do local já anunciou que será realizada toda uma homenagem ao ‘profeta’, com direito a construção de uma estátua para o mesmo.

Homenagem realizada pela campeã mundial Espanha ao polvo Paul


Paul acertou o resultado de todos os jogos que lhe foram questionados (oito, todos os jogos da Alemanha, e a final entre Espanha e Holanda). O oceanário em que vivia se aproveitou para lucrar através da fama repentina do polvo. Várias propostas lhes foram feitas, tais como virar garoto-propaganda de um grande supermercado local e cerca de R$ 34 mil para saber quem seria o campeão mundial de Fórmula 1 dessa temporada. Além disso, foram criados e vendidos diversos produtos do molusco, tais como bichinhos de pelúcia, canecas, camisetas e etc.

Oceanário na Alemanha fatura com a venda de produtos do polvo (Foto: Rafael Maranhão - Globoesporte.com)

Os melhores da Copa 2010…


De forma até surpreendente, foi escolhido o melhor jogador da Copa do Mundo da África do Sul. E ele não estava jogando a final. Tão pouco faz parte do elenco de uma das forças européias, que ficaram as três primeiras porsições no Mundial. Trata-se de Diego Forlán, do Uruguai.

Depois de ajudar, e muito, os uruguaios a conquistarem o quarto lugar, Forlán desbancou os favoritos espanhóis e holandeses, que disputavam a decisão, diga-se que já se dava como certa a escolha de quem se destacasse na Final, e faturou o Prêmio Bola de Ouro. Mas o camisa 10 celeste obteve 23,4% dos votos dos jornalistas credenciados pela FIFA, enquanto o vice-campeão Sneijder teve 21,8% e David Villa, da Espanha recebeu 16,9%.

(Foto: Reuters)

Por outro lado, e de forma muito justa, a Espanha pode se orgulhar que, além do título, possui o goleiro escolhido como o melhor goleiro da Copa, o capitão Iker Casillas, que levantou a taça e ainda pôde comemorar a conquista com uma das figuras do torneio na África, sua namorada, a jornalista Sara Carbonero.

Outro grande destaque dessa Copa ficou com dois prêmios. O garoto Thomas Muller, que herdou a camisa 13 do ídolo Michael Ballack, machucado, jogou muito na campanha alemã e foi essencial para a Alemanha alcançar o bronze em continente africano. Muller conquistou os prêmios de Revelação e Chuteira de Ouro, como o artilheiro da Copa. O meia fez 5 gols, empatando com Villa, Forlán e Sneijder, mas fez mais assistências que os adversários, o que serviu de desempate nesse quesito.

Muller sendo alvo de brincadeiras dos companheiros alemães

Espanha Campeã da Copa do Mundo 2010!!!


Foi uma final inédita, e o título era inédito para as duas equipes. Era lógico que a consagração não poderia vir de maneira fácil. E realmente não foi assim. Holanda e Espanha fizeram uma típica final de Copa do Mundo. Muito pegada, brigada e com violência até exagerada, os espanhóis fizeram o seu jogo, demonstrado com frequencia nessa Copa do Mundo, paciente, técnico e extremamente coletivo para conseguir achar espaço na boa defesa holandesa. E o oitavo país a se sagrar campeão do mundo de futebol não amarelou, como sempre foi sua fama, apesar de ser considerada grande força do futebol mundial. A cor não é amarela, nem laranja, a cor é vermelha. Vermelho da Fúria, que precisou de 120 minutos para concretizar o sonho de seus torcedores, que tanto esperaram por esse momento. O mundo está em Fúria!!

Os dois treinadores vieram para o jogo com o que tinham de melhor. O holandês Bert van Marwijk contou com os retornos de Van der Wiel e De Jong, que voltavam de suspensão. Já Vicente del Bosque manteve o garoto Pedro no ataque, ao lado de David Villa, com Fernando Torres permancendo no banco de reservas. E o jogo começou digno de uma final. Bastante acelerado, com a Espanha imprimindo seu volume de jogo com seu tradicional toque de bola e a Holanda, mais marcadora, parando os rivais mais na força do que no jeito. Logo com 5 minutos, Xavi levantou na área e o lateral Sergio Ramos subiu mais que os zagueiros holandeses para cabecear no canto. O goleiro Stekelenburg voou e fez excelente defesa. Era o sinal de que a decisão prometia.

Depois do susto, a Holanda se preocupou ainda mais com a marcação e focou mais em impedir os avanços espanhóis, do que criar suas próprias chances. Eis que então a violência começou a falar mais alto no confronto. Os holandeses pegavam forte e os adversários não ficavam atrás e revidavam da mesma forma. Isso somado a um árbitro um tanto quanto passivo dentro de campo, acabou por piorar a qualidade do espetáculo. No início, o inglês Howard Webb até que foi bem, aplicando cartões para tentar inibir as chegadas mais duras. Porém, ele acabou se perdendo no meio de tantos amarelos distribuídos e passando a deixar de expulsar quando deveria aplicar o segundo amarelo e, em alguns casos, até de mostrar o cartão vermelho diretamente, como era o caso na entrada criminosa do volante De Jong para cima de Xabi Alonso. Um jogador que aplica uma solada no peito do adversário, esquecendo a bola daquela maneira não merece permanecer em campo, como aconteceu.

No segundo tempo, o jogo continuou com essa imagem. A Fúria com mais posse de bola e volume de jogo e a Laranja esperando alguma possível brecha para surpreender os rivais. E essa brecha apareceu aos 16 minutos. Sneijder dominou no meio do campo e, com um sensacional lançamento, achou Robben entre os dois zagueiros espanhóis, em velocidade, saindo de frente para o gol de Casillas. Difícil encontrar alguém que não afirmasse que seria gol naquele momento, por se tratar de Robben e naquelas circunstâncias ainda. Entretanto, quem afirmou que seria gol, esqueceu que o número 1 da Espanha atende pelo nome de Iker Casillas. O ótimo goleiro do Real Madrid escolheu um canto, caiu para a sua esquerda, Robben tentou bater na direita dele, mas o goleiro tirou com a ponta do pé, evitando o gol holandês.

A bola insistia em paermanecer no meio do campo, com muita briga entre os jogadores por ela, e as oportunidades de gol acabavam ficando cada vez mais raras. Uma delas aconteceu aos 25, Quando Navas, que havia entrado no lugar de um apagado Pedro, colocou velocidade pelo lado direito do ataque espanhol, partiu para cima da marcação e levou e melhor. Fez o cruzamento fechado, o zagueiro Heitinga furou de forma medonha e a bola sobrou para Villa. É gol na certa. Mas a bola teimava em não entrar. O falho zagueiro holandês, que acabar de errar a bola, consegue esticar a perna e interceptar o chute de Villa, mandando para a linha de fundo.

Dos 30 em diante, a Espanha cresceu ainda mais. Pressionava, buscava achar espaços, mas a defesa holandesa não facilitava e dificultava ao máximo as investidas espanholas. Aos 40, mais um contra-ataque que tinha tudo para ser mortal. Depois da zaga laranja afastar, Van Bommel apenas escora de cabeça e a bola sobra para Robben que engata a quinta marcha e parte contra os defensores Piquet e Puyol. Piquet deixa para Puyol, que estava mais inteiro na jogada, porém, o atacante holandês deixa o zagueiro do Barcelona para trás e sai novamente de frente para Casillas. Era a chance de matar o jogo. Mas Robben falhou mais uma vez. O jogador do Bayer de Munique não se decidiu entre chutar no gol e tentar o drible em Casillas e o arqueiro foi mais rápido e pulou corajosamente para agarrá-la.

Tempo depois, o árbitro apontou o centro do gramado e confirmou que seriam necessários mais 30 minutos, de prorrogação, para se definir o novo campeão mundial. O tempo extra começou do mesmo jeito que o tempo normal terminou, com a Espanha tomando a atitude e a Holanda esperando alguma possibilidade no contra-ataque. Logo no segundo minuto, foi a vez de Fabregas, que substituira Xabi Alonso, receber passe e sair de frente para o goleiro Stekelenburg e, tal qual Robben, o camisa 10 da Espanha perdeu grande chance de colocar o time da Fúria na frente. Grande defesa do bom goleiro holandês, com os pés, tal qual Casillas. Enquanto isso, os treinadores faziam suas últimas tentativas de decidir o jogo. Van Marwijk, que já havia sacado Kuyt para a entrada de Elia no segundo tempo, pôs Van der Vaart e Braafheid nos lugares de De Jong e Van Bronckhorst, e Vicente del Bosque trocou o artilheiro Villa por Torres. Mais uma vez na base do toque de bola, a Espanha rondava a defesa laranja. O zagueiro Heitinga não deixou Xavi entrar na área em um desses avanços, recebeu o segundo amarelo e foi expulso.

Faltando cinco minutos para o término do segundo tempo da prorrogação, e quando todos já imaginavam que seria essa a segunda final de Copa do Mundo a ser deicidida nos pênaltis, a outra foi apenas em 1994 entre Brasil e Itália, Navas avançou pela direita, foi caindo pelo meio e entregou para Fabregas. O camisa 10 ajeitou e viu Iniesta entrando na área. Foi só mandar para o craque do Barcelona que, em posição legal, ajeitou, bateu forte, cruzado, sem chances para Stekelenburg e fez o gol que deu o primeiro título mundial para a Espanha. Espanha 1 x 0 Holanda.

Espanha 1 x 0 Holanda
Espanha: Casillas, Sergio Ramos, Puyol, Piquet, Capdevilla. Xabi Alonso (Fabregas), Sergio Busquets, Xavi, Iniesta. Pedro (Navas) e Villa (F.Torres). Téc.: Vicente del Bosque

Holanda: Stekelenburg, Van der Wiel, Heitinga, Mathijsen, Van Bronckhorst (Braafheid). De Jong (Van der Vaart), Van Bommel, Sneijder, Kuyt (Elia), Robben e Van Persie. Téc.: Bert Van Markwijk.

Alemanha em terceiro, Uruguai em quarto…

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Com a chuva fina molhando a grama em Porto Elizabeth e um currículo já repleto de conquistas, a Alemanha bem que podia ter entrado em campo neste sábado disposta apenas a cumprir tabela antes do voo de volta para casa. Não foi bem assim. Do outro lado do campo, havia um Uruguai faminto pela vitória, e o que se viu na disputa do terceiro lugar foi um jogo de cinco gols e duas viradas.

Os alemães surpreenderam, quando pudia se esperar um deânimo dos europeus, e começaram o jogo na pressão. O gol de abertura saiu aos 19 minutos. Schweinsteiger se viu sozinho no meio de campo e – por que não? – soltou o foguete de pé direito. Botou a Jabulani para voar a 117km/h, Muslera bateu roupa, e Müller, sozinho, pegou o rebote para abrir o placar. Enquanto os zagueiros levantavam os braços para pedir um impedimento que não existiu, a Alemanha festejava o 1 a 0.

Aí foi a vez de o Uruguai começar a construção do seu gol. Aos 28, Pérez, o carrapato que durante toda a Copa torrou a paciência dos adversários, deu um bote em Schweinsteiger, que estava distraído no meio de campo. Roubou-lhe a bola e, quase caindo, encontrou Suárez para puxar o contra-ataque. De pé direito neste contra-ataque que ele rolou a bola açucarada para Cavani. Na saída de Butt, bastou um toque para balançar a rede: 1 a 1.

No início da segunda etapa, voltou a fome de gols. E a virada sul-americana veio com estilo. Aos cinco, Arévalo Rios tabelou com Suárez pela direita e cruzou para Forlán, que emplacou um lindo voleio no canto de Butt. Golaço.

A festa celeste só durou seis minutos, porque aos 11 Muslera entregou de novo. O goleiro saiu catando borboleta no cruzamento de Boateng, e Jansen cabeceou para o gol vazio. Tudo igual outra vez, 2 a 2.

Klose continuava no banco, e de fato estava sem condições de jogo, porque o técnico Joachim Löw foi lançando outros jogadores em campo. Primeiro foi Kiessling, que substitui Cacau. Depois, Kroos entrou no lugar de Jansen. Por fim, Tasci na vaga de Özil. Mas quem decidiu foi o volantão Khedira. Ele estava na hora certa e no lugar certo aos 37 minutos. Após o bate-rebate na área, cabeceou para o fundo da rede, sem chances para Muslera, e fez o gol da vitória alemã.

Oscar Tabárez, então, tentou sua última cartada ao lançar Loco Abreu no lugar de Cavani. Não deu certo. Quem teve a chance de ouro – ou de bronze – para empatar no último minuto foi Forlán. O camisa 10 cobrou falta aos 48, mas a Jabulani explodiu no travessão e, com ela, foi-se a oportunidade de pendurar a medalha no peito.

Era a senha para o mexicano Benito Archundia levar o apito à boca e dar o jogo por encerrado. Apesar da campanha surpreendente, os uruguaios não esconderam a decepção. Alguns chegaram a se ajoelhar, frustrados. E viram passar, correndo, alemães eufóricos com o terceiro lugar. Uruguai 2 x 3 Alemanha. Com a vitória, assim como em 2006, quando jogavam em casa, os alemães são os donos do bronze na Copa do Mundo da África do Sul 2010.

Final!

É amanhã. O maior evento do futebol mundial se encerra nesse domingo e a certeza que se tem é que o campeão será inédito. As duas equipes envolvidas na final, apesar de se caracterizarem por grandes forças, nunca se sagraram campeãs do mundo.

A Holanda já havia chegado na final em duas ocasiões, em 1974 e 1978. Em ambas oportunidades, a Laranja acabou derrotada pela equipe anfitriã da Copa do Mundo. Primeiro perdeu para a Alemanha, 2 a 1 na decisão em Munique e, quatro anos depois, o algoz foi a Argentina, que venceu por 3 a 1, na final em Buenos Aires. Dessa vez, ao menos, os adversários não são os donos da casa, o que anima um pouco mais os holandeses, que vão para o confronto confiantes em conquistar seu primeiro título mundial.
Nessa Copa da África, a Holanda começou no Grupo E, ao lado de Japão, Camarões e Dinamarca, e não teve maiores dificuldades para bater os rivais. Com três vitórias nos três primeiros jogos, o time de Robben, Sneijder e companhia se classificou na liderança e encarou a Eslováquia, segunda colocada no Grupo F, nas Oitavas. Em mais um jogo sem maiores problemas, o time Laranja venceu por 2 a 0 e avançou para as Quartas. Foi aí que apareceu o táo temido Brasil na frente deles. OK. Mesmo saindo atrás no marcador logo no início do jogo, os holandeses não se desesperaram, se superaram na etapa final e viraram o jogo, 2 a 1, mandando os pentacampeões mundiais para casa mais cedo. Na semifinal, o mais difícil confronto que enfrentaram nessa Copa. O Uruguai, que vinha em ótima campanha na Copa. O jogo foi muito difícil, mas a Laranja mostrou superioridade e conseguiu vencer. 3 a 2 e terceira final de Copa garantida para a Holanda.

Já o adversário holandês na Final, a Espanha chegou na África como uma das maiores favoritas ao título, devido ao recente título na Eurocopa e também à força apresentada pelo futebol espanhol nos últimos tempos. A Fúria caiu no Grupo H, e teve problemas na primeira fase do Mundial. Logo na estréia, os espanhóis foram surpreendidos. A Suiça mostrou força e acabou vencendo no primeiro jogo. 1 a 0. Vindo do susto da derrota, a Espanha foi para cima da frágil Honduras na segunda rodada e venceu bem. 2 a 0. Na terceira partida, o time de Vicente del Bosque precisava da vitória para se classificar, não jogou aquele futebol de se encher os olhos, como foi típico da Fúria durante essa Copa do Mundo, mas bateu o Chile por 2 a 1 e se classificou na lidernaça do grupo. Nas Oitavas, grande duelo diante de Portugal, que se classificou em segundo no grupo do Brasil. E jogo foi equilibrado, mas a Espanha venceu ela diferença mínima, eliminando os portugueses. Aliás, o 1 a 0 foi o mais do que suficiente para levar a Fúria para a decisão. Nas Quartas, o Paraguai foi a surpresa que chegou a preocupar os espanhóis pelo equilíbrio, mas com um gol e sem tomar nenhum, Villa, Xavi e companhia se garantiram na semi. Para marcar presença na sua primeira final de Copa do Mundo, a Espanha fez um grande jogo diante da Alemanha, a maior sensação até então na Copa. 1 a 0 e Fúria na Final.

Holanda e Espanha disputam o primeiro título de Copa dos dois países nesse domingo, no estádio Soccer City, em Joanesburgo, as 15h30 (de Brasília).

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